Em 2019 a Cidade Europeia do Vinho vai ter aromas transalpinos
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CIDADE EUROPEIA DO VINHO 2018 ALENQUER E TORRES VEDRAS
Alenquer e Torres Vedras passam o testemunho e realizam balanço da intensa atividade desenvolvida ao longo de 2108
A escolha, no ano transato, de Alenquer e Torres Vedras por parte da RECEVIN, a Rede Europeia das Cidades do Vinho, para Cidade Europeia do Vinho abriu portas para um conjunto de atividades que ao longo do ano de 2018 valorizaram a tradição vinícola e enalteceram o potencial enoturístico da região.
Como se afirmava na comunicação da CEV – Cidade Europeia do Vinho 2018 tratou-se de um convite para “mergulhar num território do vinho ainda pouco conhecido, uma oportunidade para descobrir, visitar e provar a rica diversidade da região dos Vinhos de Lisboa”. No fundo assumiu-se uma meta coletiva relacionada com o aumento da notoriedade geral e estabeleceu-se ainda uma segunda finalidade associada ao enoturismo atendendo ao elevado potencial cultural do território e às intenções das instituições locais de favorecerem atividades económicas com maior valor acrescentado.
Realizar um balanço consistente
Resta agora realizar o balanço e divulgar às instituições, às entidades do tecido associativo e empresarial e ainda às populações locais os resultados em diversos domínios, nomeadamente:
– um balanço geral das atividades levadas a efeito avaliando os benefícios em termos de desenvolvimento do setor e do próprio território. Importará apurar até que ponto terá sido registada uma influência positiva para os produtores. Verificar ainda se houve as melhorias na relação das instituições e das pessoas com o vinho, numa perspetiva não-meramente económica. Apurar ainda os eventuais benefícios para o desenvolvimento dos territórios envolvidos, ou seja, para Torres Vedras – Alenquer, para os de proximidade imediata e regional e ainda para o país no seu conjunto.
. uma avaliação da vertente cultural que marcou o programa da CEV 2018; avaliar a qualidade da produção artística, aferir do envolvimento dos agentes económicos e culturais na construção da desejada imagem de qualidade da oferta a partir dos fatores culturais. Indagar da presença dos elementos identitários da região nas marcas e nos produtos que marcam a região vinícola;
– avaliar ainda os elementos marcantes da inovação, ou seja, o que terá sido específico, peculiar, distintivo nesta edição da CEV. Através de balanço sobre as abordagens mais inovadoras da atividade realizada estrutura-se por essa via o legado para as cidades organizadoras de próximas edições e consequentemente enriquece-se a própria estratégia desta importante iniciativa de âmbito europeu.